Sua realidade cabe cada vez menos nessas linhas. São tantas coisas, mas... vamos que vamos:
- Definitivamente você é mais da papinha salgada do que da de frutas. O café da manhã e o lanche da tarde são sempre mais demorados, pelo menos comigo e com seu pai, aos finais de semana. Com a Naiane, durante a semana, você aceita com mais facilidade.
- Fica cada vez mais tempo em pé sem apoio. Já contamos mais de 15 segundos!
- Está ficando mais temperamental: você fica brava e chega a dar uns gritinhos quando não deixamos você mexer em algo, como, por exemplo, a CPU do computador (da onde você sempre tenta tirar o modem da internet), o vaso de sempre-vivas ou os bonecos de barro (sim, aqueles mesmos que, há alguns dias, você nem chegava perto).
- E o trocador? Lembra do seu querido trocador? Parceiro para as horas difíceis, quando só ele te acalmava? Agora virou o maior vilão. Manter você ali durante a troca de fraldas ou – o que é pior - durante o pós-banho é tarefa das mais difíceis. Você começa com os gritinhos e depois a vira de bruços, fica de quatro e, por fim, em pé. Eu deito você de novo e você levanta mais uma vez e mexe na pomada, no potinho de água e no que mais estiver na sua frente. Também se diverte jogando objetos no chão e olhando em seguida, esperando que alguém te devolva pra você mandá-los para o chão novamente. Trocar fraldas nesse contexto é um verdadeiro malabarismo.
- Você dança quando ouve uma música. Apoiada em nós, no sofá ou em outro apoio, fica mexendo as perninhas, flexionando os joelhos. Uma fofucha!
- E as brincadeiras no berço? Ah! Elas já não dão tanto ibope com você. Afinal, agora você ganhou definitivamente o chão. Aquilo era brincadeira de bebezinho!
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