quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mexe mexe dentro e fora da “casinha”

Essa semana comecei o Pilates, ou melhor, começamos o Pilates - eu e você. Estou achando muito gostoso alongar, “crescer” o corpo e fortalecer os músculos que vão nos ajudar na hora do parto. Os exercícios são bons de fazer e, mais do que tudo, é um momento em que ficamos ainda mais juntinhas. Sinto você ainda mais perto, seja no controle da respiração e na atenção a cada movimento: “será que esse exercício está bom pra você?” - é o que penso quase o tempo todo durante a aula. E sinto, realmente, que você está curtindo o agito na sua "casinha". Ai, que querida é você!
Mas a notícia mais bacana dessa 20ª semana é que senti você se mexer. Parece um tremorzinho aqui dentro. É bem gostoso. Durante o dia eu ando pra lá e pra cá e você fica mais quietinha. Deve adormecer com o embalo da minha rotina. Mas, à noite, quando eu deito na cama, começo a sentir seus movimentos e, então, é você que embala meus sonhos mais lindos...

Apenas pensamentos de mãe

Esses dias ando um pouco preocupada. É tanta coisa pra resolver antes de você chegar, e algumas delas estão em compasso de espera como, por exemplo, o seu quartinho. É que estamos aguardando umas definições, que não dependem da gente, para uma provável mudança de apartamento. Além disso, ando pensando muito em como vai ser depois que você nascer e quando eu tiver que voltar ao trabalho. Penso e repenso nas alternativas que trarão maior conforto para nós, em todos os sentidos. Mas, no meio disso tudo, só queria te dizer uma coisa: fica bem tranquilinha aí que a gente cuida de tudo aqui, combinado?  Isso é mole pra nós. Não se preocupe, tá?

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nossa menininha!

Desde muito tempo, eu e Rodrigo nos referíamos a um futuro filho como sendo menina. Quem convive conosco sabe disso e, por essa menininha, vários nomes já passaram. Não era uma preferência, apenas uma intuição.
Mas, há uns 2 anos, quando a ideia da gravidez começou a ficar mais real, as intuições se calaram e não surgiram preferências. Qualquer que fosse o sexo seria um barato.
No momento da última ultra (04.10), o médico fez uma piadinha, dando a entender que era menino, para, logo em seguida, afirmar que era uma menina!
Nesses poucos segundos em que achei que era menino, minha primeira reação foi a de estar diante de uma novidade, fresquinha. Novo amor. Nova emoção. Teria sido muito legal também. Sem dúvida.
Logo depois da brincadeira, no momento em que o médico falou que você era uma menina, meu pensamento imediato e avassalador foi: É ELA! É VOCÊ! A mesma...desde sempre! É a nossa filhinha! Nossa filhinha há tanto tempo! Chorei como choro agora enquanto escrevo.
Que cinco longos meses serão esses até você chegar!