sexta-feira, 25 de maio de 2012
Ma-í-na
Filha, filha, filha, hoje você falou seu nome pela primeira vez!! E repetiu várias vezes. Você fala assim, ó: Ma-í-na. E eu que achava que ia sair algo como Nina e, então, esse apelido ia acabar pegando...mas me enganei. Isso não importa. O que importa é que você já sabe falar seu nome. Coisa linda e fofa, vontade de apertar.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Pronde vai?
Filha, o que mais você esconde "enquanto nossos olhos piscam"? Passamos o final de semana dividindo com você um controle do ar condicionado, pois o do nosso quarto sumiu. "_Cadê?", perguntamos. E você olha pra gente e faz o gesto com os bracinhos nos devolvendo a pergunta: "_Cadê?". Fomos achar apenas na segunda-feira de manhã, em uma das gavetas do ... banheiro! Ainda bem que eu precisei pegar algo ali, pois teria sido o último lugar onde eu procuraria. Outra vez foi a minha chave de casa, que ficou dias e dias sumida. Não me preocupei tanto, pois sabia que estava em casa e poderia estar em qualquer, absolutamente qualquer lugar. Marininha, Marininha, seu eu encontrar os objetos escondidos eu dou 3 pulinhos...e também te encho de beijinhos.
A propósito, no final do dia, depois de colocar você pra dormir, gosto muito de andar pela casa juntando e guardando tudo o que você deixou espalhado: chinelos, brinquedos, objetos que traduzem como foi seu dia, suas pequenas decisões, suas escolhas.
Agora, uma música bonita pra você, meu amor:
O Que Se Perde Enquanto Os Olhos Piscam
Pronde vai?
Toda tampa de caneta?
Todo recibo de estacionamento?
Todo documento original?
Isqueiro, caderneta,
A camiseta com aquele sinal...
Pronde vai... toda palheta?
Pronde foi... todo nosso carnaval?
Pronde vai?
Todo abridor de lata?
Toda carteira de habilitação?
Recado não dado, centavo, cadeado?
Todo guarda-chuva!
Pra fuga pro temporal!
Pronde vai... o achado, o perdido?
Eu não sei, veja bem...
Não me leve a mal...
Pronde vai?
Todo outro pé de meia,
Carteira, brinco e aparelho dental?
Pronde vai... toda diadema?
Recibo, receita e o nosso enredo inicial?
Pronde vai?
Toalha de acampamento,
Presilha, grampo, batom de cacau
Elástico de cabelo
Lápis, óculos, clips, lente de contato?
A nossa má memória?!
A denúncia no jornal?
Pronde vai... aliança, chaveiro, chave, chinelo?
E o controle pra trocar canal
Pronde vai?
O solo que não foi escrito?
Labareda nesse labirinto,
O instinto, o reflexo, sem seguro
O coro do socorro! o lançamento oficial!
Pronde vai... a culpa da cópia?
Pronde foi... a versão original!?
Pronde vai?
A bala que se disparou?
O indício do vício que disseminou
A busca do corpo por algo vital?
A firmação do pulso! o discurso radical!
O troco em moeda... a lição da queda
Pronde foi... nosso humor e moral?
Pronde vai? todo nosso desalento
Morre brisa nasce vendaval
Pronde vai a reza vencida pelo sono
Ela vale? me fale... me de um sinal!
A propósito, no final do dia, depois de colocar você pra dormir, gosto muito de andar pela casa juntando e guardando tudo o que você deixou espalhado: chinelos, brinquedos, objetos que traduzem como foi seu dia, suas pequenas decisões, suas escolhas.
Agora, uma música bonita pra você, meu amor:
O Que Se Perde Enquanto Os Olhos Piscam
Pronde vai?
Toda tampa de caneta?
Todo recibo de estacionamento?
Todo documento original?
Isqueiro, caderneta,
A camiseta com aquele sinal...
Pronde vai... toda palheta?
Pronde foi... todo nosso carnaval?
Pronde vai?
Todo abridor de lata?
Toda carteira de habilitação?
Recado não dado, centavo, cadeado?
Todo guarda-chuva!
Pra fuga pro temporal!
Pronde vai... o achado, o perdido?
Eu não sei, veja bem...
Não me leve a mal...
Pronde vai?
Todo outro pé de meia,
Carteira, brinco e aparelho dental?
Pronde vai... toda diadema?
Recibo, receita e o nosso enredo inicial?
Pronde vai?
Toalha de acampamento,
Presilha, grampo, batom de cacau
Elástico de cabelo
Lápis, óculos, clips, lente de contato?
A nossa má memória?!
A denúncia no jornal?
Pronde vai... aliança, chaveiro, chave, chinelo?
E o controle pra trocar canal
Pronde vai?
O solo que não foi escrito?
Labareda nesse labirinto,
O instinto, o reflexo, sem seguro
O coro do socorro! o lançamento oficial!
Pronde vai... a culpa da cópia?
Pronde foi... a versão original!?
Pronde vai?
A bala que se disparou?
O indício do vício que disseminou
A busca do corpo por algo vital?
A firmação do pulso! o discurso radical!
O troco em moeda... a lição da queda
Pronde foi... nosso humor e moral?
Pronde vai? todo nosso desalento
Morre brisa nasce vendaval
Pronde vai a reza vencida pelo sono
Ela vale? me fale... me de um sinal!
São Longuinho
Me fale me de um sinal!
Pra onde foi?
O canhoto, benjamim de tomada
Simpleza, prudência, consideração?
A clareza, autenticidade, compaixão, certeza, a urgência e o perdão?
Carregador de bateria,
O extrato, a ponta, a conta nova, a cola e a extensão?
O estímulo,o exemplo, a voz dissonante...
A coragem do meu coração!
São Longuinho, são Longuinho
Me fale me dê um sinal!
São Longuinho, são Longuinho
Pra onde foi?
A coragem do meu coração!
Me fale me de um sinal!
Pra onde foi?
O canhoto, benjamim de tomada
Simpleza, prudência, consideração?
A clareza, autenticidade, compaixão, certeza, a urgência e o perdão?
Carregador de bateria,
O extrato, a ponta, a conta nova, a cola e a extensão?
O estímulo,o exemplo, a voz dissonante...
A coragem do meu coração!
São Longuinho, são Longuinho
Me fale me dê um sinal!
São Longuinho, são Longuinho
Pra onde foi?
A coragem do meu coração!
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Folia no quarto
"Sou boneca, sou palhaço, ponto de interrogação
Todo ser seria
Todo rio riria
Toda flor folia
Abajour pra escuridão
Toda brincadeira começa com alegria
Mas o sino do almoço troca o riso por feijão
Todo ser seria
Todo rio riria
Toda flor folia
Abajour pra escuridão
Toda brincadeira começa com alegria
Mas o sino do almoço troca o riso por feijão
Quero mais careta no retrato
Quero mais folia no meu quarto
Quero mais careta no retrato
Quero mais folia no meu quarto"
O Teatro Mágico
Todo ser seria
Todo rio riria
Toda flor folia
Abajour pra escuridão
Toda brincadeira começa com alegria
Mas o sino do almoço troca o riso por feijão
Todo ser seria
Todo rio riria
Toda flor folia
Abajour pra escuridão
Toda brincadeira começa com alegria
Mas o sino do almoço troca o riso por feijão
Quero mais careta no retrato
Quero mais folia no meu quarto
Quero mais careta no retrato
Quero mais folia no meu quarto"
O Teatro Mágico
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