Filha, na última quarta-feira à noite (17 de novembro de 2010), estava deitada na cama, lendo um livro e esperando o sono me derrubar. De repente, comecei a perceber que as suas mexidinhas habituais estavam um pouco mais ousadas. Abaixei o lençol, subi o pijama e vi, pela primeira vez, minha barriga se mexendo no compasso dos seus movimentos. Ainda não posso te ver diretamente, mas vejo os resultados dos seus movimentos. Seus gestos alteram formas aqui fora. Isso pra mim é muito. É incrível e emocionante. Sinto cada vez mais sua vitalidade e isso não tem preço.
Ah, e por falar em vitalidade, no dia 11 de novembro fizemos a ultra morfológica Um exame mais longo e muito importante, que avalia seus órgãos, ossos e tudo mais. Felizmente, você está muito bem, bonequinha. Você é minha maior alegria, sabia?
domingo, 21 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Prenda minha nos pampas
No ultimo feriado (30/10 a 03/11), eu e seu pai fomos para o Rio Grande do Sul. Chegamos sexta-feira à noite, depois de uma longa jornada, com escalas em Cuiabá, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre e... muita bolachinha seca da Gol (acho que você não gostou muito dessa dieta forçada. Nem eu). Chegamos quase meia-noite, e seu tio estava nos esperando no aeroporto.
Dormimos em Porto Alegre, onde ficamos até sábado à noite. E esse foi o dia da saudade. Há 2 anos e meio não ia para o RS. Sábado tive que trabalhar um pouco, mas, depois da missão cumprida, deu para matar a saudade das ruas da Cidade Baixa, da Casa do Estudante, da Lima e Silva...enfim, dos tempos em que ia descobrindo a cidade, o Rodrigo e a mim mesma (isso lá em 2000, 2001). Como eu gostava de Porto Alegre. Ainda gosto. Mas naquela época era diferente. Tudo era especial e único.
Depois fomos para Lajeado: matamos a saudade do seu avô, tios, primos, bisavó, vizinhos. Também conhecemos o Bret (o cachorro dos seus tios, um “pequeno” e lindo pastor alemão que logo veio te cumprimentar, carimbando, com suas patinhas, a minha barriga (vestida com uma blusa branca). Você também conheceu o chimarrão e o churrasco, que também fazem parte da família. Fizemos muitas e muitas visitas...visitas sem fim.
Ah! E você conseguiu quebrar uma tradição: o indefectível chimarrão de domingo ganhou ares diferentes. A família fez um chá de bebê surpresa! Você ganhou tantos presentes fofos. Vai ficar lindinha demais essa guria!
Também visitamos sua vovó querida. A saudade apertou meu peito e você também nos encheu de emoção, pois se mexeu demais nesse momento!
No dia de ir embora, estava arrumando a mala. Arrumava suas roupinhas novas e outros presentinhos e ia dividindo meu espaço com você. Fiquei pensando como você fica mais real a cada dia. Ali, arrumando a “nossa” mala, era como se você já estivesse aqui fora. Te amo, minha guriazinha.
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