sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Tchau, 2016! Obrigada por tudo!

Marina, meu amor, sua vidinha já dá um livro, não é mesmo? Tantas emoções, vivências, amigos cultivados, saudades já acumuladas – de lugares e pessoas. Desejo profundamente que eu tenha capacidade de te ajudar a lidar com tudo isso de forma leve e com o olhar sempre em frente. Olhar otimista e cheio de fé.

Esse ano, depois de muito quebrar a cabeça, eu e seu pai decidimos matricular você em uma escola com uma pedagogia diferente, chamada Waldorf. Respeito aos reais marcos de desenvolvimento da criança; respeito à natureza; respeito ao próximo; brincadeira livre x intelectualização precoce; vivência da diversidade. Essas foram nossas motivações. Se acertamos e erramos não é o ponto. Tudo vale a pena e não tenho dúvidas de que isso te marcará positivamente.

Estarmos fora da nossa zona de conforto nesse aspecto gera um pensar e repensar diários sobre sua educação. Independentemente de qualquer coisa, acredito que nossa melhor intenção e esforço (segundo a própria pedagogia Waldorf, inclusive) se refletirão positivamente em você.

Além da escola, o ano de 2016 também foi marcado por brincadeiras com seus amigos do condomínio, viagens à casa dos avós, visitas das tias e tios, horta, banhos de rio no Parque Municipal Frottè, poesias musicadas, cuidados e brincadeiras com a mana, muitos desenhos, pinturas e brincadeiras de “escritório”, de cabana, de mãe e filha, de imitação de animais, muito Netflix (Carrossel e Chiquititas) e alguns vídeos dessas youtubers mirins (Aff!).

Assim foi este seu ano. Se em casa não conseguimos reproduzir muito da essência da pedagogia, pelo menos buscamos um equilíbrio entre esse seu mental tão desenvolvido/mundo moderno e a desaceleração/o natural/o analógico.

O que nos reserva o próximo ano? Minha fé me diz que será incrível de bom! Pode me cobrar!






















































Nenhum comentário:

Postar um comentário