Desde a última vez em que escrevi aqui tanta coisa aconteceu
que nem sei por onde começar. Pelo andar da sua fofa carruagem, acho que o
próximo post quem fará será você, porque só está faltando isso mesmo: ler e
escrever. Você está esperta demais.
Desenvolveu muito a fala e as emoções, embora estas ainda
sejam típicas de uma adolescente de 2
anos.Você não fala mais mucas e sim,
música, e os erres já estão sendo
pronunciados em muitas palavras no lugar do ele,
como no seu nome, por exemplo.
Sua capacidade de compreensão do que se passa ao redor é
impressionante e até seu tom de voz mudou nas últimas semanas – mais firme e
suave.
Você, quando está no modo tranquila, é uma grande
companheira: conversa, é carinhosa, atenciosa, muito engraçada e bem humorada.
E no seu modo “estou a fim de contrariar”, não se pode negar
sua persistência, o que me tira do sério algumas vezes. Mas vamos às suas
marinices:
- No carro, voltando da Festa Agostina da escolinha, vendo as fotos no celular da vovó: “Vovó, vou comprar outro celular pra você, pois esse aqui quebra”. “Não, minha filha, devolve pra vovó, pois você já viu todas as fotos”. “Não, vovó, agora eu estou cansada e estou mandando uma mensagem pra tivó Bola”.
- “Mamãe, essa roupa não combina”. “Mamãe, essa blusa não combina com a fralda”. “Mamãe, não quero esse pijama”!
- No banheiro com a vovó: eu tenho medo de cair aí dentro, se referindo ao vaso sanitário.
- Com o dedo indicar embaixo do olho, para a vovó: estou de olho em você, heim?
- No parquinho com o papai: o que você quer fazer agora, Marina?” Estou pensando, papai. Estou pensando”.
- Vendo o papai brincar com a Helena (uma bebê de 7 meses, filha de uma colega de trabalho): “Não faz assim, papai. Ela é só um bebê!”
- Me dando abraço de parabéns no meu aniversário: “Estou com muita saudade, mamãe”., sendo que estávamos sem nos afastar por um minuto há 3 dias...
- Quando chego em casa com sacolas, você pega uma delas e me dá, como se fosse um presente seu para mim: “Toma, mamãe...presente pra você”. “Obrigada, minha filha”. “De nada, meu amor”.
- Dando bronca nos adultos: “Não pode. Já falei que não”.
- Quando ouve as gracinhas do vovô: “Vovô biruta!”
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