Quando estávamos no aeroporto de Manuas, voltando da viagem a Roraima, comprei o livro "50 maneiras de criar um bebê sem frescura". Quando vi o título na livraria, brinquei com seu pai: "_Vamos comprar, para nos municiarmos de mais argumentos diante dos comentários afiados sobre nossa forma de educar a Marina!". Afinal, desde os 7 meses você já brinca com os pés na grama, na terra e, hoje, com 1 ano e 3 meses, pode contar por aí que já tomou banho nos rios Negro e Madeira e, também, na Serra do Tepequém.
Compartilhei da perspectiva do livro sobre como criar os bebês. Confesso que foi o seu pai quem mais deu esse tom na sua educação, filha. Minha tendência é ser mais cautelosa e hesitante, mas ele é seguro e firme no propósito de que bebês precisam de liberdade para experimentar o mundo. Hoje me sinto feliz e realizada por ter ao meu lado esse contraponto. Tenho certeza de que você só tem ganhado com isso.
Lendo o livro, parece que foi escrito pelo seu pai. Impressionante como ele, despretensiosamente, segue boa parte daquelas dicas que, a propósito, são endossadas por especialistas.
Seu pai entende os bebês.
Obrigada, Rodrigo. Enquanto eu tento encontrar respostas, certezas e alguma segurança no meio dessa minha racionalidade além da medida, que tanto me domina, você se entrega ao seu instinto e - não tenho dúvida - essa forma de agir tem sido muito significativa para tornar nossa Marina cada dia mais especial.
Nossa filha só precisa de um empurrãozinho. Já possui ítens de fábrica suficientes e preparados para entrar em ação. E você também contribui muito com a sua segurança, sua paciência, determinação para que ela se torne uma grande mulher. Como você. Um beijinho e até daqui a pouco com a Marininha...
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