segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Visitas em 3 tempos

Desde que eu voltei a trabalhar, temos recebido visitas especiais, que vem e vão, mas deixam um pouco do seu amor, observação, paciência (aquela tal que a rotina massacrante às vezes rouba da mamãe e do papai), experiência, além de brincadeiras bem divertidas.

Vieram o vovô, a vovó e a tivó-bola Elene (não, ela não é gorda, mas tem um colar com um pingente de bola que é uma das sete maravilhas do seu mundo.

Vovô ficou do dia 13 ao dia 28 de setembro. Passeios na pista e no condomínio, brincadeiras engraçadas, trocas de fralda, música. Sensibilidade, palavras precisas e muito apoio nos meus dias menos tranquilos. Viveu comigo a ansiedade na sua dificuldade de alimentação inicial e foi o ouvido que eu precisava naquele momento. E, para fechar com chave de ouro, uma tarde com todos os brinquedos espalhados em cima do seu tapetinho e, é claro, você no meio disso tudo. A despedida foi um soninho bem gostoso nesse colo querido. Obrigada, vovô.

A tivó Elene ficou do dia 09 a 16 de outubro. Mais brincadeiras, mais músicas, um soninho no seu ombro (na garagem, no meio dos carros), uma tentativa de te levar na mala (felizmente, tentativa fracassada) e todo o apoio do mundo na hora da papinha. Quando eu pensava em desistir, ela ainda estava cheia de disposição e ideias para tentarmos mais um pouco. Obrigada, tivó.

E a vovó encontrou conosco em São Paulo, onde passamos um fim de semana, e voltou pra Porto Velho com a gente, ficando aqui do dia 31 de outubro ao dia 10 e novembro. Ela estava com a gente quando você entrou na piscina pela primeira vez, quando você teve a sua terceira febre (aliás, ela estava conosco nas 3 vezes em que você teve febre) e nos despertou para o fato de que você já entende mais do que imaginávamos. Com ela, você aprendeu a bater palminhas quando cantamos “Parabéns pra Você”, a identificar o au au, o pocotó e o miau, a ficar “brava” e o principal: a vovó te apresentou nada menos do que a LUA! Agora, é só perguntarmos onde está a lua que você olha pro céu e aponta pra ela. Tão linda a lua, né Marina? Obrigada, vovó.

Como já disse, você é pro mundo! Está sempre aberta a receber o que de melhor as pessoas têm para lhe dar. Risonha, bem humorada, alto astral. Se acostuma rápido às pessoas. Ficamos pensando o que passa na sua cabeça depois que elas vão embora. De uns tempos pra cá, percebo que você parece sentir falta nos primeiros momentos. Fica olhando em volta ... com saudades? Vou te contar uma coisa, filha: a gente pode estar um pouquinho longe, mas aquela lua lá no alto é a mesma que ilumina a noite dos vovôs, da vovó, da tivó-bola, e também da vovó Dalva e de todos os nossos queridos. Que a gente sempre se encontre na beleza do luar, filha!

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