Filha, temos tanta coisa para registrar aqui. Tantos marcos e datas.
No dia 17/09, você começou a falar bababa, papapa. Será papai? E no dia 01/10, você começou a falar mamama (às vezes até com o ãe no final). Será mamãe? De qualquer forma, está registrado aqui. Só por garantia!No dia 28/09 (dia do aniversário da bisinha Loca), apareceu seu primeirinho dentinho (embaixo e à esquerda de quem vê essa gracinha!).
No dia 29/09, você ficou em pé no berço pela primeira vez. Na véspera (exatamente 1 diazinho antes), seu avô desceu o estrado do seu berço. E desceu pelo que eu achei que seria um excesso de zelo meu. Cheguei a falar pra ele: "sei que ainda é cedo, mas, por garantia, vamos descer esse estrado?" E foi a nossa sorte. Teria sido perigoso você ficar em pé, com o estrado ainda alto. Vixe...Coisas do seu anjinho da guarda. Nesse dia, como diz a mãe da tia Ana, deixamos a poltrona de amamentação à disposição do seu anjinho da guarda, para ele descansar.
Após 1 mês de experimentações e adaptações, você já come como uma mocinha: abre a boca a espera da próxima colherada. Isso aconteceu no jantar do dia 17/10. Até então, você ainda estava cautelosa em relação a essa coisa estranha de comer com colher umas papinhas coloridas ou beber em mamadeiras e copinhos. Nada mais ponderado. Afinal, que novidade seria essa? Durante esse tempo, toda estratégia foi usada, além de toda a paciência do mundo que, felizmente, mora dentro da sua babá, a Naiane. Algumas estratégias utilizadas:
- oferecer água e aproveitar a boca aberta para uma colher de papinha (sim, eu sei que isso não se faz, mas foi por um bom motivo);
- deixar você brincar com o prato, fazendo toda a sujeira do mundo (até seu cabelo e sobrancelhas tinham um pouco de papinha, além do chão, carrinho etc, etc, etc e muitos mais etceteras);
- dar as refeições na pia do banheiro, em frente ao espelho (que você adora) e com a água caindo nos seus pezinhos (que você também adora);
- fazer gracinhas para você dar aquele sorriso indefectível, com direito a boca aberta, aproveitando a oportunidade para a entrada de mais uma colherada (isso deu certo até o dia em que você aprendeu a rir sem abrir a boca - nunca vou esquecer a carinha de sapeca que você fazia nessas horas).
E assim, conseguíamos, após cerca de meia hora/quarenta minutos, a bagatela de ...... 4 colheradas!
Mas, após esse seu tempo de reflexão e análise, você concluiu que até que esse negócio de comer é bom...e agora come como uma mocinha. E ai de quem coma qualquer coisa com você no colo. Na mesma hora você vai com as duas mãozinhas em direção ao alimento já com o bocão aberto. Essa é minha filha...que venha a feijoada!
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